Kuduro, Fogo no Museke
KUDURO, FOGO NO MUSEKE
Um documentário do realizador Jorge António
Com Dog Murras, Tony Amado, SeBem, Fofandó, Puto Prata, Noite & Dia
Portugal / Angola, 2007 – 52 minutos
Kuduro, Fogo no Museke é a 2ª parte de uma trilogia que o autor dedica à musica angolana, iniciada em 2005 com Angola – Histórias da música popular.
A partir das questões: O que é o Kuduro? Porquê este nome? Porquê tanta polémica?, Jorge António oferece-nos um retrato social e cultural de uma nova geração, através de um género musical que ultrapassou fronteiras e se tornou já um fenómeno internacional.
Portugal / Angola, 2007 – 52 minutos
Kuduro, Fogo no Museke é a 2ª parte de uma trilogia que o autor dedica à musica angolana, iniciada em 2005 com Angola – Histórias da música popular.
A partir das questões: O que é o Kuduro? Porquê este nome? Porquê tanta polémica?, Jorge António oferece-nos um retrato social e cultural de uma nova geração, através de um género musical que ultrapassou fronteiras e se tornou já um fenómeno internacional.
Dia 6 (Quinta) - Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, Lisboa, 21.30
Dia 7 (Sexta) - Cinema Passos Manuel, Porto, 23.00
Dia 9 (Domingo) - Auditorio Vila do Conde, 21.30

2 comentário(s):
Cara Paula
Cheguei há poucos minutos de Vila do Conde, onde me encontrei pessoalmente com a Phwo e assisti de novo à exibição deste excelente filme.
Durante a pequena conversa que tive com ela, a Phwo esclareceu-me sobre o encontro/desencontro que houve entre a Paula e eu próprio no Passos Manuel. Pois foi a mim que a minha amiga se dirigiu, de facto. Só que não eu sou professor universitário nem me chamo Peixoto, ou Rocha, ou... (já não me lembro que apelido é que a Paula usou). Chamo-me Fernando de Sousa Ribeiro e sou um obscuro engenheiro electrotécnico.
Lamento imenso que nos tenhamos encontrado de uma forma tão insólita, mas a minha amiga não tem que se recriminar. A Internet acaba por dar de nós uma imagem que muitas vezes não corresponde à nossa imagem real. É um pouco como os locutores de rádio, que têm sempre uma cara muito diferente daquela que imaginávamos que tivessem ao ouvirmos a sua voz.
Espero que em breve nos possamos voltar a encontrar e possamos enfim trocar algumas impressões de viva voz.
Um grande abraço
Denudado
Caro Fernando
Eheheh!
A idade (a minha, obviamente!) prega destas partidas. Um dia que nos encontremos já lhe explico a confusão dos nomes! ;-)
Mas eu dizia à Phwo: "Só pode ser ele!". Ahahahah
Tal como o Fernando, adorei o documentário e só tive pena de não poder ir também a Vila do Conde. Ficarei a aguardar pelo DVD para poder ver de novo.
E não é favor nenhum que se faz ao Jorge António. Todos os documentários dele que até hoje vi são excepcionais.
Prometo não trocar nomes de novo. Até lá, um abraço
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